Fotografia: Eduardo Nascimento, DO MAL O MENOS

ENTREVISTA ATELIER 106

Qual foi o mote de inspiração?

As características próprias do apartamento e o desafio de transformar espaços muito compartimentados, característicos da época, em espaços fluídos que comunicam entre si de forma natural e contínua.

Por outro lado, o facto do cliente ter confiado inteiramente no trabalho do Atelier 106, permitiu-nos levar a criatividade até ao mais ínfimo pormenor e criar soluções “fora da caixa”, resultando num projecto em que cada detalhe é importante no conjunto e contribui para a unidade do mesmo, cumprindo à risca o limite orçamental imposto pelo cliente.

Qual a maior dificuldade no projeto?

A conjugação das várias equipas, uma vez que tudo tinha de estar coordenado ao milímetro, pois tínhamos muitas ligações de materiais e elementos distintos que só resultaram pelo cuidado e perfeição na aplicação dos mesmos, num trabalho conjunto de subempreitadas e fornecedores.

O que mais é apreciado no projeto?

A ligação cozinha/sala de jantar/sala de estar, quer visual quer materialmente. O desenho da cozinha, o pavimento desta que se prolonga e se dissolve no taco existente, definindo o espaço de sala de jantar, bem como a caixilharia em ferro, constituem elementos que ligam os espaços e permitem uma visão transversal, conferindo maior luminosidade ao apartamento.

Como foi a experiência JRBOTAS?

Trabalhar com a JRBOTAS não é novidade para o Atelier 106. Já colaborámos em diversas obras e é sempre uma óptima parceria. A qualidade e diversidade dos materiais, bem como o acompanhamento técnico são factores-chave para os bons e criativos resultados que conseguimos apresentar, em projectos elaborados ao pormenor e com uma marca muito própria. De obra para obra temo-nos superado nas soluções que apresentamos e a JRBOTAS tem-nos acompanhado sempre com capacidade de resposta na diversidade de aplicação dos materiais e equipamentos, alguns deles já colocados fora do seu contexto habitual.